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Diretor-Geral visita Mariana

O Diretor-Geral Interino do DNPM, o geólogo Telton Elber Corrêa visitou nesta quarta-feira, dia 25/11, o local da tragédia provocada pelo rompimento da barragem do Fundão, da Samarco, em Mariana/MG, com o objetivo de verificar, in loco, o andamento das obras emergenciais que estão sendo realizadas nas barragens de Santarém e Germano, remanescentes do Complexo da Samarco em Mariana.
por publicado: 26/11/2015 16h43 última modificação: 26/11/2015 16h44
Foto Fernanda Carvalho(O Tempo)

Foto Fernanda Carvalho(O Tempo)

O Diretor-Geral Interino do DNPM, o geólogo Telton Elber Corrêa visitou nesta quarta-feira, dia 25/11, o local da tragédia provocada pelo rompimento da barragem do Fundão, da Samarco, em Mariana/MG, com o objetivo de verificar, in loco, o andamento das obras emergenciais que estão sendo realizadas nas barragens de Santarém e Germano, remanescentes do Complexo da Samarco em Mariana. 

Ele afirmou que o foco no momento é o Estado, aonde 20 consultores que foram contratados emergencialmente para atuar na fiscalização das barragens, devem chegar na próxima semana e se somarão aos 17 técnicos da ‘força-tarefa” montada para atendimento à emergência.

“Nós viemos aqui para acompanhar o trabalho da Samarco, que está fazendo as obras de recuperação e monitorando as estruturas remanescentes”, afirmou Telton Corrêa, ressaltando que uma equipe de fiscalização do DNPM acompanha diariamente o processo.

De acordo com Telton Corrêa, os novos consultores devem auxiliar ainda na reavaliação do risco das atividades das mineradoras. “Nós também precisamos avaliar toda a legislação, toda essa parte do risco, então vamos contratar consultores para que eles possam também nos auxiliar nesse estudo em relação às barragens de mineração”, explicou.

O diretor do DNPM destacou ainda que cabe ao órgão a fiscalização dos documentos apresentados pelas mineradoras. “Ela (a empresa) é responsável pela segurança da barragem e pela elaboração dos projetos de segurança, e nós vamos acompanhar isso. Vamos exigir que todas as empresas tenham esse relatório em dia, que garantam a segurança de suas barragens. Essa é a nossa obrigação”, pontuou.

Já as estruturas físicas das barragens são responsabilidade do Estado, que é quem concede a licença. A fiscalização dos recursos hídricos utilizados, por sua vez, cabe à Agência Nacional de Águas (ANA). “É uma responsabilidade compartilhada. São obras muito complexas, que envolvem várias instituições públicas”.

Com informações do jornal “O Tempo”