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Eduardo Braga defende o setor mineral durante audiência no Senado

Braga disse que está negociando na Câmara acordo para aprovação do novo marco regulatório do setor, em discussão na Casa
por publicado: 09/04/2015 11h19 última modificação: 10/04/2015 11h30
Ministro Eduardo Braga durante audiência no Senado

Ministro Eduardo Braga durante audiência no Senado

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, defendeu o setor mineral  durante audiência na Comissão de Infraestrutura do Senado, realizada quarta-feira (8), em Brasília. Braga fez um balanço dos primeiros três meses à frente do ministério e ressaltou metas e prioridades  da pasta nas áreas de energia, petróleo, gás e mineração. 

 Sobre a mineração, o ministro falou sobre uma atenção maior para o setor, considerando a importância da atividade para a balança comercial.  Braga disse que está negociando na Câmara acordo para aprovação do novo marco regulatório do setor, em discussão na Casa. “A construção do acordo está bem encaminhada e conta com participação de parlamentares e do setor privado.” Braga afirmou ainda que está otimista com a negociação e espera aprovar a medida ainda este ano. 

 O ministro apresentou aos senadores um panorama do setor elétrico e descartou risco de racionamento de energia no País.  Ele citou crescimento da energia eólica na matriz energética e o investimento em de novas tecnologias para diversificar as fontes de produção, como por exemplo, a instalação de placas solares em flutuadores nos reservatórios de hidrelétricas. “Essa é uma solução inovadora que ajuda a garantir a segurança energética”, afirmou Braga. De acordo com ele, dois projetos pilotos serão implantados nos próximos meses nos reservatórios das usinas de Balbina, no Amazonas e Sobradinho, na Bahia. 

 O ministro comentou ainda sobre o regime de partilha  para exploração dos campos do  pré-sal e a lei que exige a produção no País de parte dos equipamentos usados na exploração de óleo e gás. Contudo, o ministro não descartou ajustes nesses procedimentos. “Eu acho que o regime de partilha precisa ser revisitado, com a lógica de que a Petrobras seja operadora quando houver interesse. Não da obrigatoriedade”, disse Braga.